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RESTAURANDO OPALA 73 - "JÁ CONSEGUI, ENCNTREI A TINTA NA COR MARROM PARA O MEU OPALA , (SÉPIA 73)

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kirino batista
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Modelo do carro : OPALA 1973 MARROM ESTÁ NA OFICINA PARA REFORMA GERAL

"CONSEGUI ENCONTRAR UMA TINTA, COR ORIGINAL DE OPALA 73(SÉPIA 73 GM)" É MARROM

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RESTAURANDO OPALA 73 - "JÁ CONSEGUI, ENCNTREI A TINTA NA COR MARROM PARA O MEU OPALA , (SÉPIA 73)

Mensagem por kirino batista em Ter 9 Abr - 14:08:40

"JÁ CONSEGUI, ENCNTREI A TINTA NA COR MARROM PARA O MEU OPALA ,COMPREI (SÉPIA 73 QUE TAMBEM É MARROM)
Amigos Opaleiros, comprei um opala 1973 na cor marrom... pretendo por a placa preta nele....bem, o opala estava parado a uns 5 anos, comprei e o levei para uma oficina estou reformando aos poucos já está na faze de pintura, placa preta, pois esta é minha dúvida.
estou precisando do banco dianteiro original, o parachoque dianteiro, a lanterna da ré completa e a parte de cima do painel diantiro
e orientação de como proceder para censeguir colocar a placa preta
sou de nova iguaçu-RJ.


Última edição por kirino batista em Sab 20 Abr - 10:15:09, editado 1 vez(es)

raphaelcaronti
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Re: RESTAURANDO OPALA 73 - "JÁ CONSEGUI, ENCNTREI A TINTA NA COR MARROM PARA O MEU OPALA , (SÉPIA 73)

Mensagem por raphaelcaronti em Ter 9 Abr - 15:29:45

Bem vindo amigo!
Acredito que essa cor vai desclassificar seu carro, mas vou deixar alguém com mais experiência dar a certeza.
Posta fotos do opala para nós!

D.Garcia
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Re: RESTAURANDO OPALA 73 - "JÁ CONSEGUI, ENCNTREI A TINTA NA COR MARROM PARA O MEU OPALA , (SÉPIA 73)

Mensagem por D.Garcia em Ter 9 Abr - 16:24:41

De acordo com regras o veiculo tem que ter minimo de 80 pontos pra passar na vistoria e ganhar placa preta,e acor tem que ser a original, da uma olhada no manual abaixo diz tudo certinho oque precisa para conseguir estar dentro dos requisitos para ganhar placa preta a lista é grande mas vale a pena ler:
Placa Preta: conheça os critérios de avaliação

O que é necessário para se conseguir o Certificado de Originalidade? Preciso me filiar a um clube de veículos antigos? Meu carro deve estar impecável? E se não estiver 100% original? Muito se fala no meio antigomobilístico sobre as famosas Placas Pretas, que caracterizam um veículo antigo como sendo um Veículo de Coleção. Mas as dúvidas são muitas. Por isso o Portal Maxicar decidiu publicar na íntegra, em versão comentada, o Manual do Avaliador da Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA).

A FBVA é o órgão máximo do antigomobilismo brasileiro e a qual a maioria dos clubes de veículos antigos é filiada. É nos critérios descritos neste Manual que os avaliadores se baseiam na hora de vistoriar os veículos candidatos ao Certificado de Originalidade (C.O.), documento que torna seu proprietário apto a ingressar no Detran com o pedido de Placas Pretas.

Para tornar ainda mais esclarecedor o documento, a equipe do Portal Maxicar decidiu acrescentar comentários (em cor laranja), sempre que julgou necessário.

No final do Manual do Avaliador você vai encontrar os critérios de pontuação de cada quesito. Assim você poderá fazer uma avaliação informal e ver se sua “raridade” poderia ostentar as cobiçadas Placas Pretas.

Mas antes de chegarmos ao Manual do Avaliador, vamos responder as principais dúvidas dos antigomobilistas sobre o assunto:

1) Quantos anos deve ter meu carro para que possa ter direito à Placa Preta (P.P)?
Para ser considerado Veículo de Coleção, ele deve ter sido fabricado há pelo menos 30 anos.

2) Posso circular normalmente com um veículo do P.P ou participar apenas de eventos?
Veículo portador de P.P tem transito livre em todo o território nacional, como qualquer outro, não havendo nenhum tipo de restrição.

3) Devo ser filiado a um clube de veículos antigos para ter um veículo com P.P?
Sim. Esta é a primeira providência. Mas confirme antes se o clube ao qual pretende se filiar está autorizado pela FBVA ou Denatram para a vistoria e emissão do Certificado de Originalidade.

4) Quantos pontos meu carro deverá obter?
Para ser apto à P.P o veículo deverá ter no mínimo 80 pontos de um total de 100 pontos possíveis, incluindo ai critérios de originalidade e estado de conservação. Veja a tabela no final desta matéria e faça uma simulação informal.

5) Meu carro deve estar impecável?
Deve estar em ótimo estado, mas não necessariamente impecável. Isso vai depender da rigorosidade do avaliador. Veículos restaurados são mais exigidos que os originais de fábrica. O Manual do Avaliador, abaixo, esclarece esta questão.

6) Posso alterar as características originais de meu veículo depois de conseguir a P.P?
De jeito nenhum! Periodicamente, seu veículo será reavaliado. Caso haja modificações não autorizadas a P.P. será cancelada.

7) Preciso ser um colecionador, com vários carros antigos na garagem?
Não. A lei é democrática. Você pode ter apenas um automóvel.



Manual do Avaliador

Os textos redigidos na cor Laranja são comentários que a Equipe do Portal Maxicar julgou necessário acrescentar a título de esclarecimento extra, portanto não fazendo parte da versão original do Manual.

Para a correta avaliação de um automóvel antigo é necessário que o avaliador se atenha a alguns fatores que podem levar, ou não, a emissão de um Certificado de Originalidade (C.O.) ao referido veículo.

- AVALIAÇÃO -

1 – ITENS EXCLUDENTES – Impeditivos para a avaliação – Alguns itens descaracterizam a aparência do veículo e impedem sua avaliação, desclassificando-o para a obtenção da placa preta, conforme abaixo:

Ao constatar a existência “Itens Excludentes”, o avaliador deverá recusar-se a avaliar o veículo, automaticamente desclassificando-o. Futuramente você poderá tentar uma nova avaliação, mas desde que o item que o desclassificou seja corrigido.

• Qualquer modificação ou alteração na carroceria – Serão aceitas apenas modificações feitas por encarroçadoras, sob encomenda do fabricante, como por exemplo: Karmann-Ghia, Bertone e Brasinca.

Na década de 40 a famosa encarroçadora alemã Hebmuller produzia Fuscas conversíveis sob encomenda da Volkswagen. Os carros saíam da linha de produção e eram encaminhados para que fossem realizadas as transformações. Hoje, além de considerada original, a versão Hebmuller Conversível do Fusca é uma peça de colecionador das mais valorizadas. As modificações a que se refere este artigo são aquelas em que são realizadas adaptações fora do padrão, como faróis ou lanternas de outras marcas, para choques diferentes, vidros maiores ou menores... Até mesmo a substituição de peças pelas de veículos da mesma marca, mas de anos diferentes são desclassificatórias.

• Pinturas extravagantes ou fora dos padrões de fábrica do veículo. Serão aceitas, neste caso, cores opcionais de catálogo do fabricante, desde que da mesma época.

É considerada extravagante a cor que não faça parte do catálogo de cores da marca naquele ano de fabricação. Se você decidir, por exemplo, pintar um Chevrolet Opala 1970 com uma cor de catálogo da Chevrolet de 1978, este veículo será excluído da avaliação. Faixas, pinturas em dois tons ou pinturas metálicas que não façam parte do padrão de fábrica também desclassificam o veículo. O tom tem que ser o exato. Não vale, por exemplo, pintar de Branco Neve um automóvel que originalmente era Branco Lótus.

• Rebaixamento de suspensões.

O carro deve estar com a altura correta do solo, senão é desclassificação na certa.

• Motores e coletores de épocas diferentes ou de outras marcas – O motor poderá ser igual (se não for o original), porém com características estéticas originais. A cor do Motor também será excludente. Será aceito apenas o motor na cor original com ressalvas a diferenças de tonalidade do original.

Um bom exemplo neste caso é o Fusca. Até 1966 era equipado com motor 1200 cc. A partir de 1967, passou a sair de fábrica com o 1300 cc. Portanto, é obrigatório que um Fusca fabricado em 1966 que seja avaliado, tenha o motor original de 1200 cc. Motores originais, mas pintados com cores extravagantes, ou com filtros de ar esportivos, cabos de vela coloridos de silicone ou coisas do gênero, também não são aceitos.

• Bancos individuais ou esportivos em carros de bancos inteiriços – Se o banco não for o mesmo da linha de produção do modelo, será considerado item excludente.

Os estofados devem corresponder ao padrão de formato, forração e cores de marca, modelo e ano de fabricação do veículo a ser avaliado.

• Rodas inadequadas – (tolerar opcionais de fábrica) – A mudança de aro e de tala será item excludente indiscutível.

Exemplares exclusivos de um modelo especial serão aceitos apenas para o modelo especial em questão, como o Fusca 1600 S, que possuía rodas 14” e não 15” como dos outros modelos de Fusca. Rodas esportivas de época, como “gaúchas”, “cruz de malta” e etc... também excluem o automóvel da avaliação. Caso como as rodas do Ford Modelo A com a borda virada ou não, poderá ser aceito, mas os pontos da roda serão dados como zero.

• Carros muito originais porém mal conservados, pois fogem ao princípio básico de preservação e cuidado.

O veículo não precisa estar impecável. Pode haver um certo desgaste natural do tempo, sobretudo se o veículo nunca foi restaurado. Mas isso não significa “em mal estado de conservação”.

• Carros ainda em recuperação.

Não tente conseguir Placa Preta se seu automóvel ainda encontra-se em restauração. Seja paciente e espere que ele esteja totalmente pronto, mesmo porque, se não for desclassificado, com certeza perderá pontos preciosos, não conseguindo atingir os 80 pontos necessários.

• Ausência de equipamentos obrigatórios, pois a segurança ao rodar, preservando o seu patrimônio e a integridade de terceiros, deve ser regra básica entre os colecionadores.

Automóveis sem extintor de incêndio, triângulo de sinalização e outros equipamentos exigidos pelo Denatran serão desclassificados. Porém, existem alguns itens de segurança de hoje que não são obrigatórios em veículos antigos. É o caso do retrovisor do lado direito e das luzes de marcha à ré.

• Réplicas – Não serão aceitas reproduções de outros modelos de épocas diferentes. Serão ponderadas réplicas fabricadas sob licença das fabricantes primárias.

Um bom exemplo deste artigo são as réplicas de Porsche dos anos 50 e 60, muito difundidas no Brasil. Mas existem exceções. É o caso do MP Lafer. Apesar de ser uma réplica do MG, este carro não é assim considerado por apresentar características e detalhes que o diferem do inglês que o inspirou. Por isso é apto a pleitear o título de Veículo de Coleção.

• Adaptações a gás – Veículos adaptados ao sistema de GNV não serão aceitos, porém em casos como o gasogênio, este será considerado como acessório de época.

O gasogênio foi muito utilizado no Brasil durante a II Guerra Mundial, devido ao racionamento de gasolina. Consistia na instalação no veículo de um sistema que produzia gás a partir da queima de lenha ou carvão.




2 – AVALIAÇÃO - Procurar avaliar os automóveis que conheça bem – Como é difícil saber-se com detalhes os acabamentos de todas as marcas, em todos os anos de fabricação, é conveniente que cada clube possua avaliadores especializados em determinadas marcas ou décadas. Também é interessante conhecer antecipadamente o veículo que será avaliado, pois isto permitirá uma consulta prévia aos manuais.

Os avaliadores às vezes encontram dificuldades em avaliar algumas marcas, principalmente as de modelo mais raro. Esta razão faz com que faltem fontes de referência que comprovem ou não a originalidade do veículo.

3 – MARCAR DIA E LOCAL COMBINADOS – Concentrar os trabalhos em um único dia e solicitar o funcionamento do veículo, bem como analisar funcionamento de freios, etc. A FBVA sugere que o tempo entre o pedido do C.O. e a entrega à FBVA não ultrapasse 15 dias.

O automóvel a ser vistoria não deve apenas “parecer” estar em pleno funcionamento. Ele deve efetivamente “estar” em perfeito funcionamento.

• Quanto aos avaliadores, o mínimo de três avaliadores será exigido para a avaliação, porém, a assinatura será feita por apenas duas pessoas, o Presidente do Clube e o especialista escolhido para a avaliação do mesmo.

A FBVA recomenda que uma junta faça a avaliação, mas na prática nem sempre isso acontece. Como diz o dito popular, duas cabeças pensam melhor que uma. A troca de idéias traz como resultado uma avaliação mais isenta e criteriosa.

4 – GRADUAÇÃO NA PONTUAÇÃO – A pontuação máxima deverá ser dada ao item que seja original (ou de reposição semelhante ao original) em perfeito estado. Não se pontuará aquele item alterado grosseiramente. Situações intermediárias levarão a pontuação entre os valores máximo e mínimo.

• No item cores, serão excluídas as cores diferentes e analisar-se-á apenas a diferença de tonalidade destas em comparação com a cor básica original.

Digamos que originalmente o estofado de seu carro antigo seja forrado com um tipo especial de tecido, fabricado na época especialmente para aquela marca. No momento da restauração foi impossível encontrar um novo tecido que seguisse exatamente a padronagem original. A solução é refazer o estofado com um material o mais similar possível. Os avaliadores levam isso em consideração, pois sabem que o material original não existe mais. O que não se pode é restaurar totalmente fora do padrão.

5 – CAPOTAS– Aqui serão analisados os conversíveis e os veículos com teto de vinil. Para os conversíveis, analisar a cor, o tipo de tecido, as costuras, o desenho das costuras, a posição da armação das ferragens e seu funcionamento,. Os demais modelos que não se enquadrarem nessas categorias deverão receber a totalidade de pontos deste quesito.

Um excelente exemplo de veículo com teto de vinil é o Ford Landau. Ele possui duas costuras paralelas por toda a extensão do teto. A ausência desta costura no vinil restaurado, por exemplo, tira pontos, por mais perfeito que seja o trabalho.



6 – ORIGINAIS E RESTAURADOS - Na identificação do veículo, marcar se é original ou restaurado – Os carros originais, sem restauração e em excelente estado de conservação, poderão ser avaliados com menos rigor em itens que se deterioram com o tempo.

Dois carros iguais. Mesma marca, mesmo ano. Um nunca foi restaurado. Apresenta a pintura um pouco gasta e fosca e alguns pontos de ferrugem nos para choques, que são ainda os de fábrica. O outro acaba de ser restaurado. Recebeu nova pintura e cromados. No item “estado de conservação” a avaliação do segundo será muito mais rigorosa. A pintura deverá estar bem feita, sem manchas, brilhante, com perfeito polimento. Os cromados deverão estar realmente novos, sem embaçados, descascados ou sinais de ferrugem. Mas atenção: uma coisa é “desgaste pelo tempo” a outra é “mal estado de conservação”.

7 – Dúvidas – Deverão ser esclarecidas com o Diretor Regional da FBVA, que consultará especialistas na área em questão. Caberá aos Clubes filiados orientar os associados a respeito dos itens avaliados, quais itens são excludentes, etc.

Antes de fazer uma avaliação “pra valer” é interessante conversar com o pessoal do clube para saber que impressão que eles têm sobre seu carro. Você pode receber valiosas dicas de detalhes importantes a serem corrigidos.

8 – VEÍCULO NOTA 100 – Os critérios da FBVA dificultam a obtenção dos 100 pontos, devendo a nota máxima ser reservada a excelentes restaurações, que sigam rigorosamente os padrões de originalidade (cuidado com as restaurações acima dos padrões de originalidade). Todavia os novos critérios não impedem a obtenção do C.O., que é conseguido com pelo menos 80 pontos.

São consideradas “restaurações acima dos padrões de originalidade” aquelas em que são empregados materiais superiores aos originais. Por exemplo: seu carro antigo saiu de fábrica com estofados forrados com courvim e na hora da restauração você segue o padrão original, mas utiliza couro.

9 – VALOR DA AVALIAÇÃO – A FBVA sugere que um processo de placa preta tenha o valor máximo de R$ 120,00 dos quais R$ 40,00 será destinado à Federação para custos operacionais e o restante ao Clube. O valor é apenas uma sugestão, podendo o clube cobrar o que achar melhor, desde que reserve a parcela destinada à FBVA.

Existem clubes não filiados à Federação Brasileira de Veículos Antigos que são credenciados pelo Denatran a emitir Certificado de Originalidade. Os valores acima não se aplicam a esses clubes, mas apenas aos chamados “Federados”.

10 – ACESSÓRIOS E OPCIONAIS – Serão permitidos apenas acessórios originais de época ou opcionais de fábrica, desde que apropriados para o modelo em questão e que estes não façam parte do rol de itens excludentes.

Os acessórios não necessitam obrigatoriamente ter sido fabricados no passado. Podem ser novos, mas seguir exatamente o padrão da época. É o caso, por exemplo, das faixas brancas para pneus, que se mantêm inalteradas, sendo ainda hoje fabricadas.



- DOCUMENTAÇÃO -

1 – O Documento do veículo (CRV) que será avaliado, deverá estar já registrado em nome do sócio do Clube. Serão aceitos casos onde o titular seja o cônjuge ou parentes em grau de ascendência com o sócio e, para veículos registrados em nome de pessoa jurídica, o sócio do Clube deverá ser pelo menos o sócio-gerente da empresa também. Serão tolerados casos de nova aquisição, onde o nome do associado deverá constar inscrito no recibo de venda do veículo.

2 – O C.O. emitido pela FBVA em conjunto com os clubes membros, pertence ao carro e não ao proprietário do carro. Assim, é um documento que acompanhará o CRV (documentos) nos casos de venda do veículo, ou vendas. Neste caso, conforme o termo de responsabilidade assinado pelo proprietário no processo de placa preta, a FBVA e o Clube responsável pelo certificado do mesmo, deverão ser informados sobre a mudança de proprietário. O novo dono deverá também ser associado a um clube membro da FBVA, pois, se não o for, o C.O. deverá ser cancelado pelo Clube vistoriador, por ofício ao Ciretran/Detran com cópia à FBVA que por sua vez oficiará ao Denatran confirmando o seu cancelamento.

A FBVA e clubes associados tornam-se responsáveis por um C.O. ao emiti-lo, e assim, deverão manter estreita vigilância e observação sobre o veículo portador. Face a isso, a mesma responsabilidade que assumirão ao emitir o C.O. lhes autorizará cancelá-lo perante as autoridades, sempre que alguma norma for desrespeitada ou o automóvel beneficiário desapareça de seus quadros. Isso valerá aos autos vendidos ou aos sócios que deixarem de pertencer aos clubes.

Veículos com Placas Pretas deverão ser mantidos no mesmo estado de conservação e não poderão de forma alguma ter suas características modificadas após receberem as novas placas. Alguns proprietários, valendo-se do famoso “jeitinho brasileiro” modificam automóveis com Placas Pretas. Uma prática abominável, que além de ilegal é imoral!

3 – No processo de avaliação não mais será obrigatório constar o item R.G. nos espaços referentes aos dados do proprietário.


Seu Carro está apto a receber o título de "Veículo de Coleção"?

A Planilha de Pontuação abaixo é a oficial da Federação Brasileira de Veículos Antigos. De posse dela, faça uma avaliação informal de seu automóvel e veja se ele passaria na vistoria. Lembramos que são necessários 80 pontos para que o veículo seja aprovado. Mas lembre-se: seja imparcial, senão não tem graça!

PLANILHA DE PONTUAÇÃO

EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS:

Como o próprio nome indica, a falta de qualquer desses itens impedirá a avaliação. Deverão ser verificados os itens pertinentes a cada modelo ou época do veículo. Serão exigidos os que equipavam o auto em análise, quando de sua fabricação, em perfeito funcionamento.

1 – Mecânica (31 pontos)

Bloco do Motor / Coletores (10 pontos): Atribuir unicamente ao automóvel que estiver com motor original, em prefeito estado, inclusive de apresentação, cor correta, limpeza, etc. Ou o motor é original ou não. As exceções que cada avaliador poderá aceitar ou não serão decididas em função da qualidade do próprio veículo ou sua raridade e julgada em separado pela Comissão FBVA.
O motor não original poderá gerar duas situações distintas:

- a) desclassificar o automóvel, impedindo sua avaliação, se for inadequado, como de épocas e cilindradas diferentes, de outras marcas, etc. Ex: Ford modelo “T” com motor do modelo “A”; Chevrolet Impala com motor de Corvette; Morris Oxford com motor de Chevette, etc...
- b) Permitir a avaliação, perdendo o total de pontos correspondentes, recebendo 0 (zero). Ex: Chevrolet Bel Air 1955 6 cil. Com motor V8 que saiu também no Bel Air 55. Fusca 1200cc utilizando o 1300cc será permitido, mas os pontos serão “zero”. Motor do Fusca 1200cc alterado para 1500cc, será item desclassificatório.

Carburador/Filtro de ar (3 pontos): Cada peça tem valor de 1,5 pontos. Carburador correto e filtro de ar não, ou vice-versa, pontuar com a metade (1,5).

Distribuidor/Cabos de velas: (3 pontos): Não serão aceitos cabos de velas coloridos se não originais, de alta voltagem, tampas de distribuidor transparentes, etc.
NÃO HÁ PONTUAÇÃO INTERMEDIÁRIA: OU TRÊS PONTOS OU ZERO

Caixa de Câmbio/Diferencial (2 pontos): Só para conjuntos originais. Carros automáticos ou flid-drive transformados em mecânicos (ou o contrário), caixas over-drive suplementares quando não acessórios de época, perderão os dois pontos.
SEM PONTUAÇÃO INTERMEDIÁRIA: OU 2 OU ZERO

Amortecedores/Elementos Essenciais (2 pontos): Deverão ser os corretos do carro. Autos com amortecedores de “bracinho” substituídos por “garrafa”; a ausência de amortecedores; amortecedores a gás ou ar comprimido quando não existiam, etc, zerar pontos. SEM PONTUAÇÃO INTERMEDIÁRIA: OU 2 OU ZERO

Rodas (5 pontos): Só originais. Deverá ser verificado o estado das mesmas; só aceitar rodas esportivas que forem opcionais de fábrica, na época. Exigir rodas perfeitas e bem pintadas.
COM PONTUAÇÃO INTERMEDIÁRIA: considerando a aparência e estado de conservação

Pneumáticos (2 pontos): As medidas deverão ser corretas; o tipo (radial, Wide-Oval, ou diagonal, etc) idem. O estado de segurança deverá ser observado.
Ex: em um Chevrolet 1947 os pneus deverão ser 600x16 ou 650x16; no Impala 1961, 700x14 – 750x14 ou 800x14, sempre diagonais. Não aceitar pneus radiais onde o equipamento original era de pneus diagonais. Poderão ser aceitos ajustes em alguns poucos carros europeus cujas medidas intermediárias já não são mais fabricadas, como alguns modelos Citroén, Alfa-Romeo, etc. Faixas brancas não serão exigidas, pois eram opcionais.
COM PONTUAÇÃO INTERMEDIÁRIA: vai de “0” a “2” pontos

Freios (4 pontos): só para os sistemas originais. Freios a disco ou hidrovácuo quando não os havia; substituição de travão por sistema hidráulico, etc. zerar pontos.
SEM PONTUAÇÃO INTERMEDIÁRIA: OU 4 PONTOS OU ZERO

2 – Parte Elétrica (10 pontos)

Voltagem (03 pontos): unicamente para voltagem original. Se modificada, zerar ponto.
SEM INTERMEDIÁRIA: OU 3 OU ZERO

Dínamo/Alternador (03 pontos): só para o sistema original. Se substituído o dínamo por alternador ou alternador por outro que não o do carro, independentemente da voltagem, zerar a pontuação. Assim, por exemplo, o automóvel que passou de 6 para 12 volts e houve a substituição do dínamo por alternador, perderá 6 pontos (3 da voltagem + 3 do alternador), não perdendo mais nenhum ponto por lâmpadas, motor de arranque, bobina, etc... Em casos de troca de voltagem mas com permanência do dínamo (substituição do dínamo de 6 volts por um outro dínamo de 12 volts da mesma marca) será considerada a pontuação intermediária.
COM PONTUAÇÃO INTERMEDIÁRIA: DE 3 PONTOS ATÉ ZERO (considerar a mudança de voltagem mas a não troca de dínamo por alternador)

Instalação Elétrica (02 pontos): Deverão ser verificados a qualidade e o estado da fiação, sem emendas desnecessárias com fita isolante, etc, sua correta posição na parede de fogo, terminais adequados, etc..
COM INTERMEDIÁRIA: DE 0 ATÉ 2 PONTOS

Bobina/Magneto (02 pontos): Deverão ser idênticas às originais, não sendo aceitas bobinas especiais de alta performance, coloridas, etc..
COM PONTUAÇAO INTERMEDIÁRIA: DE 0 ATÉ 2 PONTOS

3 – Parte Externa do Veículo (38 pontos)

Pintura (08 pontos): as cores e o esquema de pintura deverão ser os originais da época. Não serão aceitas cores que definitivamente não se aplicavam ao modelo em exame, carros maquiados com faixas ou semelhanças características de determinado modelo só serão aceitos no modelo original. A pintura deverá estar em bom estado, sem manchas de retoques ou outras. A cor correta do motor deverá ser também avaliada. Quanto mais original e antiga (sem restauração) mais será tolerado o desgaste.
COM PONTUAÇAO INTERMEDIÁRIA DE 0 ATÉ 8 PONTOS, PORÉM CUIDADOSAMENTE AVALIADA.

Carroceria (05 pontos): Perfeição na funilaria, alinhamento de lataria e partes móveis, etc. Não deverão ser aceitos autos grosseiramente lanternados, com partes deformadas, etc.
COM PONTUAÇAO INTERMEDIÁRIA DE 0 ATÉ 5 PONTOS.

Cromados, Frisos e Adornos (05 pontos): Deverão ser observados a qualidade e estado das partes cromadas: não deverão ser aceitas partes muito enferrujadas, cromados descascando ou mesmo disfarçados com tinta metálica. Ao avaliar-se este item, deverão ser verificados também se eram adequados ao carro em análise os adornos, frisos, espelhos exteriores, etc.
COM PONTUAÇAO INTERMEDIÁRIA DE 0 ATÉ 5 PONTOS.

Pára-Choques (05 pontos): Dever-se-á verificar se são os corretos do carro, bem como suas garras e protetores. O aspecto cromeação já foi analisado no item anterior.
COM PONTUAÇAO INTERMEDIÁRIA DE 0 ATÉ 5 PONTOS.

Calotas (03 pontos): Só serão aceitas as originais do carro. Deverá ser avaliado seu estado de conservação. Se não forem as calotas corretas, a pontuação deverá ser zerada.
COM PONTUAÇAO INTERMEDIÁRIA DE 0 ATÉ 3 PONTOS.

Faróis/Lanternas (05 pontos): Deverá ser verificado se são os originais e em que estado se encontram. Ex. Não deverão ser aceitos faróis selados em Ford 29; faróis de lâmpadas onde o original deveria ser Sealed-Bean, etc. Faróis auxiliares, considerados acessórios de época, serão avaliados no item adornos.
COM PONTUAÇAO INTERMEDIÁRIA DE 0 ATÉ 5 PONTOS.

Vidros (02 pontos): Deverão estar em bom estado de apresentação e segurança. Não poderão estar quebrados, rachados ou muito riscados, principalmente sulcados por limpadores de pára-brisa.
COM PONTUAÇAO INTERMEDIÁRIA DE 0 ATÉ 2 PONTOS.

Capotas (05 pontos): Neste item serão avaliados duas situações distintas, para carros conversíveis e veículos com teto de vinil:

a- Conversíveis: Deverá ser verificada correção do desenho, armação, cajados, fixação, tipo de tecido ou plástico usado, costura correta, funcionamento do mecanismo e estado de conservação.
b- Teto de Vinil: Deverá ser analisado se o vinil do teto é original ou do mesmo tecido e estampa, analisados a cor, estado de conservação e a posição correta das costuras.
COM PONTUAÇAO INTERMEDIÁRIA DE 0 ATÉ 5 PONTOS (Carros não conversíveis e que não possuem o teto de vinil, somar os 5 pontos).

Caçambas (05 pontos): Item exclusivo para pick-ups (veículos que não possuem caçamba adicionar os 5 pontos), Deverão ser analisadas as condições do assoalho, originalidade dos mesmos, a correta posição das dobras da lata, o material dos pára-lama, a posição correta da placa traseira, etc..
COM PONTUAÇAO INTERMEDIÁRIA DE 0 ATÉ 5 PONTOS.

4 – Parte Interna do Veículo (21 pontos)

Painel (06 pontos): Parte muito importante. Deverá conter, e somente conter, todos os relógios e instrumentos de origem, em bom estado e com boa grafia, o rádio (quando houver) nos lugares corretos (serão tolerados relógios adicionais de temperatura “termostato” desde que escondidos da visibilidade do painel). Painéis em cores extravagantes que destoem do conjunto harmonioso do painel, serão considerados item excludente. Rádios modernos serão aceitos desde que escondidos, afinal, o proprietário também tem o direito de visar o prazer ao dirigir o seu antigo.
COM PONTUAÇÃO INTERMEDIÁRIA DE 0 A 6 PONTOS, PORÉM CUIDADOSAMENTE AVALIADA

Estofamento (06 pontos): somente para os originais, refeitos ou substituídos no desenho e com materiais idênticos aos originais. Poderão ser tolerados sinais de desgaste quando o estofamento for o original do carro.
COM PONTUAÇÃO INTERMEDIÁRIA DE 0 ATÉ 6 PONTOS,

Volante e Aro da Buzina (3 pontos): somente para os originais e em bom estado. Não sendo o original, a pontuação deverá ser zerada.
COM PONTUAÇÃO INTERMEDIÁRIA DE 0 ATÉ 3 PONTOS

Forração do Assoalho, Tapetes e Carpetes (02 pontos): somente para os originais, refeitos ou substituídos no desenho, na cor e com materiais idênticos aos originais.
SEM PONTUAÇÃO INTERMEDIÁRIA

Maçanetas (06 pontos): somente para os originais ou idênticos aos originais.
SEM PONTUAÇÃO INTERMEDIÁRIA

Porta Malas (02 pontos): somente para os originais ou idênticos aos originais.
SEM PONTUAÇÃO INTERMEDIÁRIA


ESPERO TER AJUDADO A RESPONDER SUAS DUVIDAS AMIGO!

kirino batista
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"CONSEGUI ENCONTRAR UMA TINTA, COR ORIGINAL DE OPALA 73(SÉPIA 73 GM)" É MARROM

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Re: RESTAURANDO OPALA 73 - "JÁ CONSEGUI, ENCNTREI A TINTA NA COR MARROM PARA O MEU OPALA , (SÉPIA 73)

Mensagem por kirino batista em Qui 11 Abr - 15:50:27

Quero agradecer aos amigos raphaelcaronti e ao D.Garcia que me ajudaram a tirar as duvidas que eu tinha sobre como conseguir uma placa preta para o opala 73 que comprei,
vou seguir as dicas e aos poucos sei que irei conseguir meu objetivo
com certeza D.Garcia tirou todas as duvidas que eu tinha

D.Garcia
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Re: RESTAURANDO OPALA 73 - "JÁ CONSEGUI, ENCNTREI A TINTA NA COR MARROM PARA O MEU OPALA , (SÉPIA 73)

Mensagem por D.Garcia em Sab 13 Abr - 16:15:06

Denada amigo o prazer em ajudar é todo meu
felicidades OKK

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Re: RESTAURANDO OPALA 73 - "JÁ CONSEGUI, ENCNTREI A TINTA NA COR MARROM PARA O MEU OPALA , (SÉPIA 73)

Mensagem por Conteúdo patrocinado Hoje à(s) 15:18:47


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