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-Rapha-
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Dicionário

Mensagem por -Rapha- em Sab 11 Abr - 15:29:50

Certa vez procurando coisas sobre motor, como funcionamento das peças e bla bla bla
achei o dicionario que me foi muito util..sei que pra muita gente com mais conhecimento
vai parecer bobeira sei la...mais é um mao na roda pra quem n conhece mt de motores e
tem curiosidade...

---------------------------------------------------------------------------------------------


ABS ---A sigla significa Anti-lock
Braking System e se refere ao sistema de freios ABS, que evita o
travamento das rodas e ajuda o motorista a manter o controle do veículo.

AC--Abreviatura de ?correia do ar condicionado

ADMISSAO --Significa uma das quatro
fases do ciclo de funcionamento de um motor. Ela começa no momento em
que a válvula de admissão se abre e o pistão, depois de eliminar o que
sobrou da última queima, começa a descer da parte superior do cilindro
para a parte inferior. Conforme o pistão vai descendo, o cilindro vai
"admitindo" o ar que, misturado ao combustível, explode com a faísca da
vela.

AIR BAG--Trata-se de uma bolsa inflável destinada a
proteger os ocupantes do veículo em caso de colisão. Além dos frontais,
já existem air bags laterais e de teto.

ALT--Abreviatura de ?correia do alternador?.

ALTERNADOR--Acionado por uma correia ligada ao motor, o
alternador é um gerador de corrente elétrica que carrega a bateria e
alimenta o sistema elétrico com o motor em funcionamento.

AMORTECEDOR--O amortecedor é um dos elementos
principais da suspensão, pois controla a ação das molas, mantendo a
aderência do carro ao solo e resultando em menos solavancos. Se as
molas não estiverem atuando corretamente, comprometem a estabilidade do
veículo, o conforto e a segurança.

ANEIS--Entre o pistão e o cilindro deve haver uma folga
para permitir o livre movimento do primeiro e a formação de uma camada
de óleo que impede o contato metálico direto entre as superfícies de
trabalho. Para que o pistão possa se movimentar, é preciso utilizar
alguns elementos anulares que impedem a passagem de gás e de óleo pela
folga em questão: são os anéis instalados em cavidades especiais na
parte mais alta do pistão, sobre o pino. Trata-se de bandas de ferro
com secções que, de acordo com o caso, podem ser retangulares (a
geometria mais comum), trapezoidais, em "L", etc.

ASPIRADO--Quando se diz que um motor é aspirado,
significa que a mistura ar/combustível que entra nos cilindros é
somente aquela que pode ser puxada naturalmente pelos pistões em seus
movimentos de subida e descida.

BALANCIM--Componente mecânico com um ou dois braços que
oscila sobre um eixo. Em alguns motores, os balancins são usados para
comandar as válvulas. Em geral, eles são feitos de aço forjado, mas não
faltam exemplos de balancins de lâmina de aço, fundidos em gusa ou de
liga de alumínio.

BARRA ESTABILIZADORA--Barra de ligação entre as
suspensões de um mesmo eixo, dianteiro ou traseiro, que serve para
minimizar a inclinação da carroceria em curvas. Além de aumentar o
conforto, melhora a estabilidade diminuindo a tendência à capotagem

BATERIA--É um verdadeiro reservatório de energia
elétrica capaz de fornecer ou reter corrente contínua graças a uma
série de reações químicas no seu interior. A bateria é recarregada toda
vez que o carro entra funcionamento. O processo se dá através do
alternador, que transforma energia mecânica em energia elétrica.
Normalmente, as baterias utilizadas em carros são de 12 volts e sua
capacidade, indicada em ampères/hora é muito variável.

BICO INJETOR--Usado em carros com injeção eletrônica, é
o bico injetor que pulveriza o combustível para o motor. Pode ser um
só, no coletor de admissão, ou um para cada cilindro (nos carros
multiponto).

BIELA--É a peça de ligação entre o pistão e o
virabrequim. Trata-se de um dos componentes mais solicitados do motor.
As bielas são de aço forjado ou ferro-gusa, fabricadas por fundição.

BLOCO--Componente que abriga em seu interior o
virabrequim, as bielas, os cilindros e pistões. Na prática, é a
estrutura de suporte do motor. É de ferro-gusa fundido ou de liga de
alumínio e apresenta uma série de ranhuras de reforço nos pontos mais
críticos. Normalmente o bloco de um motor é fechado por cima pelo
cabeçote (onde ficam as válvulas e o comando de válvulas) e por baixo
pelo cárter (onde fica acumulado o óleo que lubrifica o motor).

BOBINA DE IGNIÇAO--A bobina é o componente do sistema
de ignição responsável por gerar a alta tensão necessária para a
produção da faísca, iniciando a combustão da mistura ar-gasolina.

BOMBA DE AGUA--Serve para auxiliar o deslocamento da
água no sistema, ou seja, recalca o líquido do radiador para o motor,
fazendo com que haja uma troca do líquido aquecido pelo resfriado. Sua
quebra pode levar ao superaquecimento e fundição do motor

BOMBA DE GASOLINA--Fica alojada dentro do tanque
(alguns veículos mais antigos utilizam bombas elétricas fora do tanque)
e tem como função mandar a gasolina ou álcool, por meio de mangueiras,
para o motor. Nesse caminho, o combustível passa primeiro por um
pré-filtro, que faz parte do conjunto da bomba, e depois pelo filtro de
linha (combustível).

BOMBA DE OLEO-- Retira o lubrificante do cárter e o envia sob pressão ao circuito de lubrificação do motor

BRONZINA--Conhecida também como casquilho, sua função é
essencialmente proteger e prolongar a vida dos elementos móveis de
maior responsabilidade e custo, como o virabrequim e seu alojamento. A
bronzina deve sofrer os danos que, de outro modo, iriam alcançar a
outra peça.

-Rapha-
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Re: Dicionário

Mensagem por -Rapha- em Sab 11 Abr - 15:30:23

BUCHA--Componente mecânico de forma cilíndrica,
inserido nos mais diversos locais do carro. A bucha é encontrada no pé
da biela, nos câmbios esportivos, na suspensão. Ela serve para unir
dois componentes metálicos e amortecer o contato entre eles.

CABEÇOTE-- Componente, normalmente de alumínio, que
fecha a parte superior do cilindro e no qual, nos motores de quatro
tempos, estão alojadas as válvulas, os balancins, os coletores de
admissão e descarga, as câmaras de combustão e a malha de dutos que
refrigera o motor, além de um ou dois eixos comando de válvulas. Nos
motores a diesel com injeção direta há, ainda, a câmara auxiliar. O
componente é cravado acima do bloco de cilindros, normalmente fixado na
mesma fundição do bloco do motor por uma série de parafusos; uma
guarnição para impedir que entre as duas superfícies de união ocorra um
vazamento de gás, água ou óleo.

CAIXA DE DIREÇAO--Dispositivo que transforma o
movimento de rotação da direção no movimento de direção das rodas. Esta
operação é feita ligando a coluna de direção (que sai do volante) em
uma haste dentada, cuja extremidade está ligada ao tirante que gera o
movimento das rodas.

CAMBIO--É a peça responsável pela troca de marchas.
Contém os anéis sincronizados e engrenagens de diferentes tamanhos.
Quando a alavanca é acionada, um eixo central muda para a outra
engrenagem. Quanto menor a marcha, maior a engrenagem.

Na
grande maioria dos automóveis, ele é de velocidade por comando mecânico
- o motorista escolhe entre as diferentes relações ou marchas. O número
varia de quatro a sete, mas a maioria dos carros tem hoje câmbio de
cinco marchas.

CAMBIO AUTOMATICO--Em sua configuração clássica é
formado por alguns grupos epicicloidais dispostos em série e alojados
dentro de uma caixa de liga de alumínio. A entrada e a saída do
movimento ocorrem, portanto, ao longo do mesmo eixo. Entre o motor e o
câmbio automático é colocado um conversor de torque, que substitui a
embreagem tradicional e diminui o número de relações. O engate das
marchas é obtido por meio de fricções multidisco comandadas
hidraulicamente e que, de acordo com a necessidade, agem sobre vários
elementos de cada grupo epicicloidal. Estes podem tanto serem
bloqueados como receber ou transmitir movimento - o funcionamento
ocorre segundo as necessidades de rodagem. Nas construções mais
modernas, os câmbios automáticos são controlados por central
eletrônica.

CAMBIO SEQUENCIAL--É o sistema de câmbio em que a troca
das várias marchas ascendentes é feita direcionando-se seguidamente a
alavanca ou haste para um lado e as descendentes todas para o outro, em
vez das posições fixas dos câmbios comuns

CAMISA--É o revestimento interno do cilindro, pode ser de ferro-gusa ou de
alumínio

CARBURADOR--Dispositivo que alimenta o motor de mistura
ar combustível de forma mecânica. Por ser menos preciso que a injeção
eletrônica, que é comandada por uma central eletrônica, o carburador
não é mais utilizado em carros de série. Com sua utilização, os carros
consumiam e poluíam mais. Em carros de competição, muitas vezes ainda é
utilizado uma vez que com a regulagem mecânica, fica mais fácil de
enriquecer a "mistura".

CARTER--Reservatório fixado na parte inferior do bloco
onde fica contido o óleo que lubrifica o motor. Pode ser do tipo úmido
(o que equipa os carros de passeio), ou seco (utilizado nos carros de
F-Indy e F-1).

CASTER--Um dos ângulos que compõem a chamada "geometria
da direção", e que é responsável pela manutenção do veículo em linha
reta e pela volta das rodas dianteiras à posição longitudinal após uma
curva. Quando o ângulo é pequeno, esse retorno é mais lento.

CATALIZADOR---No campo automobilístico é também chamado
de conversor catalítico; sua principal função é favorecer a oxidação
dos hidrocarbonetos presentes nos gases do escape, transformar o óxido
de carbono em água e anidrido carbônico, e reduzir o óxido de
nitrogênio para oxigênio e nitrogênio. Metais nobres como a platina, o
paládio e o ródio são empregados para essa função.

CILINDRADA--É o nome popular para o volume que os
pistões deslocam dentro dos cilindros, desde o ponto morto superior,
quando estão na sua parte mais alta, até o ponto morto inferior, sua
posição mais baixa. Ela pode ser expressa em centímetros cúbicos ou
litros. Por exemplo, o novo motor 1.8 da linha Palio desloca um volume
próximo de 1.800cm³, mais precisamente 1.795cm³.

CILINDRO--É o componente no interior do qual corre o
pistão, que, com o seu movimento retilíneo alternado, resulta nas
várias fases do ciclo de funcionamento do motor. Os cilindros dos
automóveis modernos são quase sempre moldados diretamente no processo
de fusão do bloco do motor.

CILINDRO MESTRE---Também chamado de bomba de freio.
Dispositivo gerador da pressão hidráulica em um circuito de freios,
mediante acionamento do pedal. Sua parte interna tem a forma de um
cilindro com uma ou mais saídas, no qual trabalham os pistões / gaxetas
hidráulicas. À medida que o atrito das pastilhas e sapatas se desgasta
com a utilização dos freios, torna-se necessário maior volume de fluido
de freio no circuito hidráulico

COLUNA DE DIREÇAO--Liga o volante à caixa de direção do
veículo. Atualmente, quase sempre é formada de duas ou mais partes
unidas entre si por meio de algumas ligações. Por motivos de segurança,
às vezes um dos elementos que a compõe é fabricado propositalmente para
ceder após um choque frontal de certa intensidade, reduzindo assim os
riscos para o motorista.

TURBO COMPRESSOR--São mecanismos que empurram a mistura
ar/combustível (ou apenas ar, dependendo de sua localização) para
dentro do motor, aumentando assim a potência e o torque. O compressor
mecânico é movimentado por uma correia ligada ao eixo principal do
motor (virabrequim). O turbo é impulsionado pelo fluxo dos gases de
escapamento.

CORREIA DENTADA--É responsável por manter o sincronismo
e o perfeito funcionamento do motor (entre o Comando de Válvulas e o
Virabrequim), garantindo assim uma ótima queima do combustível, torque
e potência. A correia dentada trabalha silenciosamente e sem nenhuma
lubrificação. Convém evitar que entre em contato com óleo ou graxa.

CORREIA EM V--É responsável por manter em funcionamento
os acessórios do veículo, tais como: Alternador, Direção Hidráulica, Ar
Condicionado, Bomba D?água, entre outros.

CP--Abreviatura de ?correia do compressor?.

CREMALHEIRA--Dispositivo composto da união de uma vareta dentada com movimento
retilíneo e de uma engrenagem que age sobre ela.

CUBO DA RODA--É a parte central da roda ou de um
componente que gira na qual costumam ficar os rolamentos e os elementos
de fixação. Normalmente, é reforçado com ranhuras ou paredes de maior
espessura. Em diversos componentes compostos, o cubo constitui uma
parte separada, vinculada a outra somente na fase de montagem

CV--Unidade usada na maior parte dos países para
quantificar a potência dos motores. A sigla representa a abreviatura de
??cavalo-vapor??, pois era inicialmente utilizada para medir a potência
das máquinas a vapor. O CV equivale a 75 kgm/s, isto é, a força
necessária para se erguer um peso de 75 kg a um metro de altura no
tempo de um segundo.

DIREÇAO HIDRAULICA --Dispositivo que diminui o esforço
do motorista para girar o volante. A direção hidráulica normalmente tem
um cilindro hidráulico incorporado no alojamento tubular da haste
dentada (caixa de direção). Uma bomba ligada ao motor faz o fluido
hidráulico do circuito circular sob pressão. Uma válvula de controle
regula a passagem de óleo de um lado ao outro do cilindro hidráulico,
em cujo interior há um pistão vinculado à haste dentada, de acordo com
a velocidade e o ângulo de rotação do volante de direção. O cilindro é
de duplo efeito - o óleo sob pressão pode agir de um ou de outro lado
do pistão - e o circuito possui uma série de válvulas hidráulicas do
tipo moduladoras, limitadoras de pressão, etc. Por motivo de segurança,
a direção hidráulica é construída de tal forma que, na remota
eventualidade de falha em seu funcionamento, o motorista pode continuar
virando a direção, mesmo que com mais esforço. Existe também a direção
eletro-hidráulica. A principal diferença é que esta não é acionada por
correia ligada ao motor e sim por um motor elétrico.

DISCO DE FREIO--O Disco de Freio é um componente do
sistema de freios geralmente constituído de ferro fundido. O Disco de
Freio é montado sobre cubo da roda e deve girar uniformemente, junto
com ela e centralizado em relação às pastilhas. Existem dois tipos de
Disco de Freio: Ventilado e Sólido. Discos ventilados possuem aletas de
ventilação para um resfriamento mais rápido do atrito causado,
reduzindo o risco de superaquecimento das pastilhas. Quando você pisa
no pedal do freio, o conjunto de freios a disco pressiona as pastilhas
contra a superfície do disco em movimento (com as rodas), gerando
atrito e, conseqüentemente diminuindo a rotação das rodas.

DISTRIBUIDOR--Componente que distribui a alta tensão e a corrente elétrica para
as velas.





-Rapha-
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Re: Dicionário

Mensagem por -Rapha- em Sab 11 Abr - 15:31:16

DOHC--Abreviatura de origem inglesa, que significa
Double Overhead Camshaft, isto é, duplo comando de válvulas no cabeçote
(02 comandos por cabeçote do motor).

DUPLO COMNADO DE VAVULAS-- O termo indica as
distribuições com dois eixos comandos de válvulas. Trata-se de uma
solução adotada universalmente nos motores de competição, mas também
muito difundida nos motores de série de performance mais agressiva.
Permite reduzir ao mínimo as massas dos componentes em movimento
alternado, antes do acionamento de cada válvula. É ideal, portanto, nos
regimes de rotação muito elevados.

EIXO CARDAN--Tem a função de ligar a saída do câmbio
com o diferencial, ou seja, passa a força do motor para as rodas. Só
existe em carros de motor dianteiro e tração traseira ou integral

EIXO DO COMANDO DE VALVULAS--É ele que comanda a
abertura e o fechamento das válvulas. O comando de válvulas trabalha em
sincronia com o virabrequim e está ligado a ele por meio de uma
correia. Nos motores mais modernos se localiza no cabeçote, mas pode
ser encontrado também no bloco.

EMBREAGEM--Dispositivo que liga o motor ao câmbio e
permite ao motorista obter uma transmissão progressiva de torque de um
para o outro. Ela coloca o veículo em movimento com um certo
deslizamento e separa os dois componentes, tornando independente a
rotação de cada um deles, permitindo assim um engate fácil das marchas.
Na indústria automobilística emprega-se, universalmente, a embreagem
monodisco a seco, formada por um elemento condutor - volante e tampa da
fricção - e outro conduzido - disco recoberto por material de atrito em
ambos os lados e encaixado ao eixo de entrada do câmbio por meio de um
aclopamento escalonado. Quando a embreagem é acionada, os dois
elementos se juntam a um prato vinculado em sua rotação à tampa da
fricção e que, sob a ação de uma ou mais molas, faz pressão sobre o
disco conduzido, comprimido entre este e o volante. Quando se desengata
a embreagem, o prato se desloca contra a ação da mola e é separado do
disco. Este se torna totalmente independente do volante em sua rotação.
Ao se deslocar, o prato fornece uma alavanca especial com um rolamento
com mancal, sobre o qual age o dispositivo de comando ligado ao pedal.
Em geral há uma única mola, do tipo diafragma, mas não faltam exemplos
de embreagens dotadas de uma série de molas helicoidais. Em alguns
veículos de competição são utilizadas embreagens dotadas de mais
discos.

ESCAPE--Fase do ciclo de funcionamento do motor que vem
depois da expansão e na qual os gases combustíveis são expulsos do
cilindro

FEIXE DE MOLAS--Tipo de elemento elástico muito usado
no passado por sua simplicidade, custo e tamanho reduzido. Em geral os
feixes de molas são formados por várias lâminas de aço curvas
sobrepostas e de tamanhos diferentes

FILTRO DE AR--É utilizado em todos os veículos, menos
nos de competição, para evitar que partículas sólidas presentes no ar,
como a poeira em suspensão mesmo nas cidades, sejam aspiradas pelo
motor e causem danos internos. Atualmente todos os filtros de ar
constituem-se numa carcaça, no interior da qual existe um elemento
filtrante, fabricado de papel especial, que deve ser substituído
periodicamente. Se não for feito, aumenta a restrição à passagem de ar,
o que acarreta perda de potência. Contrariamente ao que se acredita, o
consumo não aumenta com filtro sujo. Só acontecia com determinados
tipos de carburador, os de aeração externa da cuba.

FILTRO DE COMBUSTIVEL--Nos carros equipados com
carburador fica um pouco antes do coletor de admissão, já nos carros
com injeção eletrônica, fica logo após a saída do tanque. Sua função é
reter sujeira trazida pelo combustível e aquela produzida pelo próprio
tanque, como ferrugem, que poderia provocar danos às válvulas de
injeção (bicos injetores).

FILTRO DE MICROPOEIRA--Também conhecido por filtro de
pólen, fica localizado na entrada do sistema de ventilação de cabine,
sendo feito de papel também. É importante por reter poeira que possa
trazer bactérias para o interior do veículo.

FILTRO DE OLEO--Retém as partículas sólidas e de carvão
que ficam em suspensão no lubrificante e que poderiam ser prejudiciais
às peças móveis do motor. É substituído integralmente em intervalos
pré-determinados.





FREIO A DISCO--Os freios a disco substituíram há muito
tempo os de tambor nas rodas dianteiras em diversos modelos e nas
traseiras também. Um freio a disco é formado por uma pinça, no interior
da qual estão localizadas duas pastilhas recobertas por material de
atrito. Quando se pisa no freio uma bomba hidráulica gera pressão, o
pistão passa esta pressão para as duas pastilhas e estas diminuem a
rotação dos discos parando o carro.

FREIO A TAMBOR--O freio a tambor ainda equipa, somente
na traseira, os modelos mais leves. Ele é constituído de um componente,
o tambor, que gira junto com a roda e tem uma banda anular interna
contra a qual, em uma frenagem, são pressionadas duas sapatas
recobertas por material de atrito. O alargamento das sapatas é obtido
por meio de pequenos cilindros hidráulicos.

FUSIVEL--Elemento usado para proteger um circuito
elétrico. O fusível é fabricado de forma que se ocorrer um fluxo de
corrente excessivo, seu filamento interno se funde e evita a queima do
componente eletrônico.

GIR--A sigla significa correia do virabrequim

HP--Abreviatura de horse power, unidade de medida de
potência anglo-saxônica. A tradução literal é ??cavalo de força??, mas
a unidade é ligeiramente diferente do cavalo-vapor: 1hp é igual a 1,014
cv.

IGNIÇAO--Os motores de ciclo Otto são conhecidos como
"motores a combustão" ou por "ignição comandada". Neles a
mistura
ar-combustível sofre uma pressão considerável para depois ser queimada
rapidamente por uma faísca que vibra entre os eletrodos da vela. A
faísca deve oscilar sensivelmente antes que o pistão alcance o ponto
morto superior, na fase final de compressão. Essa antecipação da
ignição, em geral expressa em graus de rotação do eixo da manivela ou,
mais raramente, em milímetros de corrida do pistão, é necessária porque
a combustão requer um certo tempo para acontecer. Os motores funcionam
por ignição espontânea, ou compressão: só ar é comprimido no cilindro.
Quando se inicia a injeção, o combustível vaporiza aos poucos, se
mistura com o ar e começa a queimar espontaneamente

INJEÇAO DIRETA--É o sistema de alimentação no qual o
combustível é jogado por um ou mais jatos precisamente no interior do
cilindro. Nesse caso, os injetores, sempre um por cilindro, são
mecânicos e a pressão de injeção é maior do que a usada nos motores de
injeção indireta.

INTERCOOLER--É um sistema de troca de calor, geralmente
do tipo ar-ar. Existe também o intercooler do tipo ar-água, usado para
abaixar a temperatura do ar enviado aos cilindros nos motores turbo
alimentados, quando se adotam pressões elevadas de alimentação.
Trata-se então, de um radiador do turbo.

JUNTA--Conhecida também como guarnição, é uma membrana
de vedação colocada entre o bloco do motor e o cabeçote, entre o bloco
e o cárter, entre o cabeçote e sua tampa, entre outros. As juntas mais
simples são feitas de papel grosso precisamente cortado e furado, mas
também se usam borracha sintética, cobre, alumínio, etc. As juntas do
cabeçote, que são as mais críticas, quase sempre têm estrutura mais
complexa: duas ou mais camadas de diferentes materiais sobrepostas, com
bordas de aço margeando o contorno dos cilindros, inserções de borracha
em torno das passagens de óleo, entre outros.

JUNTA DA HOMOSSINETA--Localizadas na saída da caixa de
marchas e nas pontas de eixo das rodas motrizes, são esferas grandes
com ranhuras que dispõem de diversas esferas menores e permite que o
movimento do câmbio para as rodas seja transmitido em qualquer ângulo,
sem ruídos ou trancos.

KIT DE EMBREAGEM--Geralmente composto por disco, platô
e rolamento, componentes necessários à substituição do sistema de
embreagem do veículo. O kit de embreagem é montado entre o motor e a
caixa de mudanças (câmbio), que quando acoplado, transmite a rotação do
motor à caixa de câmbio, que envia o torque ao diferencial e às rodas.
Ao ser acionado por um rolamento, quando pressionamos o pedal da
embreagem, possibilita a troca de marchas e permite a partida do
veículo. A embreagem também amortece as vibrações, diminuindo assim, os
ruídos da caixa de transmissão.

SONDA LAMBDA--É o nome de uma sonda que se localiza um
pouco antes do catalisador. Ela mede a quantidade de oxigênio nos gases
de escape. Se estiver fora dos padrões a sonda lâmbda envia a
informação para a central eletrônica, que corrige a queima

LUBRICAÇAO--Consiste essencialmente em separar as
superfícies de dois componentes em movimento relativo por meio de uma
camada mais ou menos fina de óleo ou graxa, minimizando o atrito e o
desgaste. Os rolamentos do motor, devido ao atrito da sede do casquilho
e das bielas, exigências muito altas e trabalho em regimes de rotação
elevados, são lubrificados por um rico fluxo de óleo sob pressão,
necessário também para suportarem o calor e evitar que alcancem
temperaturas excessivas, pois a capacidades de trabalho da camada de
óleo diminui conforme a temperatura aumenta. Outros tipos de rolamentos
têm exigências de lubrificação bem menores - quase sempre um sistema de
pulverização é suficiente para mantê-los em bom estado.

MANCAL DO BLOCO--É o vão do bloco no qual está alojado
o virabrequim. Nos motores de série normalmente existe um único mancal.
Em alguns casos, porém, adotam-se blocos nos quais há vãos distintos
para cada cilindro ou dupla de cilindros, resultando, assim, em mais
mancais.

MANGA DE EIXO--Componente ao qual é fixado o complexo
roda-freio no eixo dianteiro dos veículos de tração traseira. Em cima
dele é fixado um eixo e, com a sua rotação comandada por tirantes
especiais, permite o esterçamento da roda. Esta é ligada à manga de
eixo por meio de dois rolamentos e um cubo de retenção.

MTR--Abreviatura de ?motor?.

OCTANAGEM--Indica o poder antidetonante de um
combustível para os motores modernos. Quanto mais alta a octanagem,
maior o poder antidetonante e a taxa de compressão que se pode adotar
sem que surja a detonação. Existem dois procedimentos diferentes para
determinar a octanagem, sendo que o mais usado é o Research. Atualmente
a octanagem das melhores gasolinas é de 95 a 98. No Brasil, fica entre
93 e 96.

OHC--Sigla para Overhead Camshaft, que significa comando de válvulas no
cabeçote

OHV--Sigla para Overhead Valves, ou válvulas no
cabeçote. Nos países anglo-saxões indica os motores com distribuição
com varetas e balancins

OLEO--Lubrificante líquido de fórmulas diferentes
usados em motores, caixas de câmbio, entre outros. Os óleos derivados
do petróleo por destilação ou refinamento têm base mineral; os ésteres
são de base sintética. As características do óleo base são modificadas
e melhoradas por meio do acréscimo de aditivos como antiespuma,
detergentes e inibidores de corrosão. A viscosidade, ou seja, a
capacidade de resistência ao escorrimento ou atrito interno é
fundamental para indicar qual óleo deve ser empregado segundo uma
escala da SAE. Os óleos univiscosos, por exemplo, têm uma única
viscosidade - SAE 30 - que muda após uma variação da temperatura:
aumenta consideravelmente no frio e diminui no calor. Já os óleos
multiviscosos, que possuem elevado índice de viscosidade, se comportam
no frio como um univiscoso mais fluido - um SAE 15W - e no calor como
um univiscoso mais viscoso - um SAE 50W. Nesse caso, as variações de
viscosidade em função da temperatura são significativamente menores.
Isso equivale a dizer que os multiviscosos escorrem muito bem no frio
e, ao mesmo tempo, conservam-se bastante viscosos no calor. Por
convenção, no caso de óleos muito fluidos emprega-se um sistema de
medida de viscosidade SAE diferente do aplicado aos óleos mais
viscosos. Para os primeiros, o valor numérico vem seguido da letra W
(winter, ou inverno em inglês), que indica que a medida foi feita em
baixa temperatura. Outra característica importante dos óleos é sua
capacidade de aderir à superfícies metálicas. O nível de qualidade dos
óleos vem indicado por uma sigla de duas letras precedida de API
(American Petroleum Institute

PASTILHA DE FREIO--É um componente do sistema de freio
formado por uma placa metálica de fricção à base de resina, fibras
sintéticas e partículas metálicas que, presa à pinça de freio e em
contato com os discos, freia o automóvel.

PINÇA DE FREIO--Componente no qual estão alojados
pequenos pistões e pastilhas e que, uma vez acionado o circuito
hidráulico de comando, permite frear a rotação do disco. O disco é
preso ao eixo e roda em conjunto com a roda. Quando se pisa no freio,
as pastilhas "abraçam" o disco e diminuem sua velocidade

PISTAO--Componente móvel, instalado no interior no
cilindro e ligado por um pino à biela. É o cilindro que movimenta o
virabrequim durante o funcionamento do motor. Quando se dá a explosão
da mistura ar-combustível, o pistão é forçado para baixo e, após uma
volta do virabrequim, começa a subir expelindo os gases já queimados.
Desta forma os pistões e o virabrequim têm que trabalhar em perfeita
sincronia para que haja uma queima completa

POLI V --Tem a mesma função da correia em V, mas veio
substituí-la com o diferencial da nova tecnologia: capacidade de
agregar mais acessórios e trabalhar também com as costas da correia

PS--A sigla significa correia da direção hidráulica

RADIADOR--Componente que realiza uma troca de calor
ar-água ou ar-óleo. Nos modelos de refrigeração a água, é o elemento
que dissipa o calor subtraído do líquido de arrefecimento durante sua
passagem pelo motor. É constituído de dois recipientes ligados a um
pacote radiante, formado por uma série de fileiras de tubulações
metálicas, ligadas por aletas transversais, pelas quais passa o ar. Os
radiadores podem ser a fluxo vertical ou horizontal. Neste último, os
recipientes são dispostos dos dois lados do pacote radiante e não acima
e abaixo dele. Os radiadores modernos podem ser de liga de alumínio e
os recipientes de plástico

REGULADOR DE PRESSAO--É o responsável pela pressão em
todo o circuito de combustível garantindo uma perfeita pulverização das
válvulas de injeção nas várias formas de funcionamento do motor.

RETENTOR--É um elemento de suporte que impede a
passagem do lubrificante, de outros líquidos ou de gás entre um eixo
que roda e o furo do suporte através do qual ele passa

RETIFICA--Processo pelo qual passa um motor desgastado
pelo uso ou que sofreu quebra grave. Na retífica, as paredes dos
cilindros do motor são reajustadas e alisadas, e os pistões ganham
anéis mais largos para se adaptar ao novo diâmetro

RODA LIVRE--Permite transmitir movimento a um eixo em
um só sentido de rotação ou de um eixo para um componente (engrenagens,
rodas) em um único sentido. Alguns carros de tração integral manual
têm, no eixo que pode ser desengatado, duas rodas livres que ligam o
semi-eixo às rodas. Estas podem ser inseridas ou desativadas, fazendo
com que sejam solidárias a esse semi-eixo de modo manual ou automático.
Assim, quando somente duas rodas motrizes são usadas, as outras duas
não tracionam o semi-eixo, o diferencial nem a árvore de transmissão em
rotação.

ROLAMENTO DA RODA--Os rolamentos de rodas dianteiros e
traseiros ficam instalados dentro do cubo das rodas e atuam na
movimentação das rodas.

SAPATA--Elemento móvel do freio a tambor, em geral
fixada em uma extremidade. Tem forma arqueada e revestimento de
material de atrito em sua superfície de trabalho. Uma vez empurrado
contra a parte externa do cilindro hidráulico, estanca a rotação do
tambor.

SEDE DE CASQUILHO--É a parte do bloco onde ficam os suportes do virabrequim,
conhecidos como "suportes de sede de casquilho

SEDE DE TUCHO--Este termo significa o alojamento onde
ficam os tuchos das válvulas, empregados nos motores com comandos de
válvulas simples ou duplo no cabeçote.

-Rapha-
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Re: Dicionário

Mensagem por -Rapha- em Sab 11 Abr - 15:31:51

SEDE DE VALVULA--É a superfície de apoio
tronco-cônica
contra a qual se posicionará a base da válvula, dotada de uma
superfície de igual inclinação, quando esta estiver em posição fechada.


SEMI EIXO--É o elemento que liga qualquer uma das rodas
motrizes à engrenagem cônica ou cilíndrica de redução final. Nos
veículos de tração traseira e eixo rígido, os semi-eixos costumam ser
colocados dentro dos braços da caixa do diferencial - em todos os
outros casos, ficam do lado de fora. Os semi-eixos têm juntas que
permitem o movimento no sentido vertical quando a suspensão é
independente. Para garantir o esterçamento das rodas nos veículos de
tração dianteira, emprega-se uma junta homocinética para cada
semi-eixo, colocado em posição correspondente ao estriado da bandeja.

SENSOR DE DETONAÇAO--Sensor fixado no bloco, capaz de
detectar o momento em que a combustão se torna irregular. Sua função é
avisar a central de controle da injeção, que intervém atrasando a
ignição ou diminuindo o avanço.

SENSOR DE VAZAO--Dispositivo utilizado em muitos
sistemas de injeção para medir o volume de ar aspirado pelo motor e
fornecer essa informação à central de controle da injeção

SERVO FREIO--Dispositivo que age sobre o cilindro
mestre do sistema de freio quando se aciona o pedal, multiplicando a
força exercida pelo motorista. O sistema funciona apenas com a chave de
ignição no contato. Desta forma, caso o motorista pise no freio sem que
a chave esteja no contato, perceberá um esforço muito maior para parar
o carro.

SINCRONIZADOR--Componente que facilita o engate das
marchas, mesmo quando existe uma diferença grande entre a velocidade de
rotação do eixo e da engrenagem. O sincronizador é incorporado ao tubo
escalonado de engate das marchas que, deslizando em linha axial ao eixo
ao qual é vinculado na rotação, entra em sincronia com as engrenagens
adjacentes. O mecanismo não permite a entrada da marcha se a sincronia
não estiver completa.

SOHC--Sigla para Single Overhead Camshaft. Significa ?simples comando de
válvulas?, ou seja, 01 comando por cabeçote do motor.

TAMBOR DE FREIO--Sistema de freios utilizado
principalmente na traseira dos veículos mais leves e menos potentes.
Consiste, como o próprio nome diz, em um tambor e dentro dele roda um
eixo. Ao pisar no freio, as sapatas de freio entram em contato com o
eixo e diminuem sua velocidade. Antigamente, este sistema era utilizado
também nos freios dianteiros.

TENSOR DA CORREIA--É um rolamento, roldana ou roda
dentada que guia ou tensiona uma correia ou corrente. Em geral, o
tensor vem instalado sobre um eixo excêntrico ou um suporte móvel para
facilitar a reposição e tensionar a correia corretamente.

TRAMBULADOR-- Barra metálica, ou conjunto delas, que liga a alavanca de marchas
à caixa de câmbio.

TUCHO--Tipo de tucho com um dispositivo telescópico
hidráulico incorporado que é alimentado com óleo pressurizado do
circuito de lubrificação do motor. O comprimento útil do tucho pode
variar em função da necessidade, o que permite recuperar
automaticamente o jogo de distribuição. Elimina a exigência de
manutenção (regulagem das folgas de válvulas) após alguns milhares de
quilômetros e faz com que o motor funcione silenciosamente. Em alguns
modelos, esse grupo hidráulico, para a recuperação automática do jogo
das válvulas, vem incorporado ao suporte dos balancins

TURBO COMPRESSOR--Equipamento cuja função é aumentar a
capacidade de admissão do motor. O turbo é formado pela junção de um
compressor centrífugo e uma turbina acionada por gases de escape,
fixados em um cárter central. O turbo sobre alimenta o motor de graça,
pois utiliza a energia contida nos gases de escape. Para existir uma
inércia limitada, assegurando assim uma resposta imediata, os turbos
possuem rotores de dimensões reduzidas. Um eixo que atravessa o cárter
central em todo o seu comprimento, apoiado por dois rolamentos
lubrificados e arrefecidos por óleo sob pressão proveniente do sistema
de lubrificação do motor, liga o rotor da turbina diretamente ao rotor
do compressor. As dimensões reduzidas, o peso limitado e a grande
liberdade de posicionamento tornam os turbo compressores muito
adequados ao uso no campo automobilístico, uma vez que a ligação ao
motor é feita apenas por tubulações.

V--Indica a disposição dos cilindros. Por exemplo, um
motor V6 tem três cilindros para cada lado, alinhados, formando um
ângulo que varia de 15 a
120 graus, com os pistões ligados a um mesmo
virabrequim. Existem também motores com a configuração em linha (todos
os cilindros na mesma linha), os motores boxer (cilindros horizontais
contrapostos, como o do Fusca) e até em ??W?? (por exemplo, W12, quatro
bancadas de três cilindros).

VALVULA--Na mecânica, indica um dispositivo que regula
o fluxo de um fluido, bloqueando ou permitindo total ou parcialmente a
sua passagem. As válvulas podem ter funcionamento automático ou serem
controladas por um sistema de comando. São chamadas de unidirecionais
aquelas que permitem o fluxo de fluido apenas em um sentido. Nos
veículos, as válvulas mais importantes ficam no cabeçote. Podem ser
duas, três, quatro ou cinco por cilindro. São elas que controlam a
entrada da mistura ar-combustível (admissão) e a saída dos gases já
queimados (escape).

VELA--A função da vela de ignição é conduzir a alta
voltagem elétrica para o interior da câmara de combustão, convertendo-a
em faísca para inflamar a mistura ar/combustível.

VENTOINHA--Ventilador que ativa um fluxo de ar que
atravessa o radiador, gerando assim uma vigorosa troca térmica com o
líquido contido nele. Desta forma, o líquido que circula pelo motor
voltará à temperatura ideal.

VIRABREQUIM--Também chamado de "árvore de manivelas", é
um componente mecânico rotatório dotado de uma série de manivelas por
meio da qual o movimento das bielas é transmitido ao volante do motor.
Os virabrequins são de aço forjado ou ferro-gusa fundido e se apóiam,
por meio de bronzinas, nos respectivos suportes do bloco. Os eixos de
manivela, aos quais as bielas também se ligam por meio de bronzinas,
são unidos aos eixos pelos braços das manivelas. Para girar sem
provocar vibrações inadmissíveis, o virabrequim deve ser cuidadosamente
calibrado. Para isso, utilizam-se alguns contrapesos colocados junto
aos braços das manivelas.

VOLANTE--A rotação do virabrequim não é uniforme porque
no cilindro ocorre uma sucessão de fases úteis e fases de repouso. Para
torná-la a mais homogênea possível para reduzir a aceleração e a
desaceleração, emprega-se o volante do motor - um disco espesso fixado
a uma das extremidades do virabrequim. É ele que absorve energia
mecânica durante as fases úteis para restituí-la durante as fases
passivas.

WP--Abreviação de ?correia da bomba d?água
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Abraços!espero que ajude algum amigo opaleiro.

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Re: Dicionário

Mensagem por thallisguimaraes em Sab 11 Abr - 15:39:17

Bastante util aos amigos!


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Erik6bocao
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Re: Dicionário

Mensagem por Erik6bocao em Sab 11 Abr - 15:51:05

valeu thallisguimaraes muito util mesmo OKK

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Re: Dicionário

Mensagem por luciano.ss4 em Sab 11 Abr - 17:03:15

Legal cara!

Uma dúvida:

Eu só não consegui achar no meu carro ainda a Rebimboca da Parafuseta? Onde fica? hehehe... Brincadeira, Abraço

-Rapha-
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Re: Dicionário

Mensagem por -Rapha- em Sab 11 Abr - 17:38:09

luciano.ss4 escreveu:Legal cara!

Uma dúvida:

Eu só não consegui achar no meu carro ainda a Rebimboca da Parafuseta? Onde fica? hehehe... Brincadeira, Abraço

hauehaiuehae eh facinho de achar pow
eh do lado da 'churinfolimpola"
aUEHAiuehaUEHIUAhe

Cris
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Re: Dicionário

Mensagem por Cris em Dom 12 Abr - 10:44:03

legal hein!!

Xann
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Re: Dicionário

Mensagem por Xann em Seg 13 Abr - 14:02:36

Boa Rapha! Literatura nunca é demais. OKK


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Re: Dicionário

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