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estofamento casamento do opaleiro

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faço os bancos com aqulas tiras de couro tipo comodoro ou original 78 de luxo???

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maca
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estofamento casamento do opaleiro

Mensagem por maca em Ter 6 Dez - 12:26:01

Segunda-feira o Opalao vai pra oficina do polaco pra dar um trato nos bancos, painel e coifa do cambio, carai ! nem to dormindo direito!!! pego o carro na sexta e me caso no sabado e o opala fará parte disso eu e minha esposa chegaremos com ele na festa, em breve postarei as fotos do casamento e do estofamento antes e depois, a galera diz q o Polaco é o cara !!

tenho um 78 interior marrom, nao sei se faço com aquelas tiras de couro tipo do comodoro ou original do 78???

diplomata#89
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Re: estofamento casamento do opaleiro

Mensagem por diplomata#89 em Ter 6 Dez - 16:20:06

o polaco realmente é bom mesmo mas na minha opiniao eu acho que o original e sempre mais bonito e esse com tiras de couro pra mim é do opala ss.

Paulo_Fernando
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Re: estofamento casamento do opaleiro

Mensagem por Paulo_Fernando em Ter 6 Dez - 17:36:58

Eu faria com as tiras de couro porque acho muito charmoso e da um toque de requinte, embora não seja o padrão original do luxo.
Ps. moro perto e vou passar pela frente do polaco só p ver seu carro lá hehehe.
Bom casório.

r.b.77
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Re: estofamento casamento do opaleiro

Mensagem por r.b.77 em Ter 6 Dez - 17:59:44

PARABENS pelo casamento, abaixo estou enviando um relato que tirei do site da Globo.com, caso parecido com o seu, ehhehe. Abraço e felicidades





Triângulo amoroso: ele, ela e o Opala saíram da igreja para a oficina
Jason Vogel

Publicado:
24/03/10 - 0h00
Atualizado:
24/03/10 - 0h00


Envios por mail: 0 RIO - Amar é... acompanhá-lo à oficina na noite de núpcias. É o resumo de uma história real (e documentada no álbum de casamento) que mostra a que ponto pode chegar a paixão pelo automóvel. Aconteceu em Arapongas, cidade de 104 mil habitantes no Norte do Paraná. A economia do município é baseada na fabricação de móveis, que, aliás, é a atividade do protagonista desta reportagem, Gilmar Trovo.Veja fotos do triângulo amoroso formado pelo casal e o Opala.

Nas rodas de graxeiros, o apelido "Gil 4100", já denuncia seu amor pelos Opala com motor de seis cilindros e 4,1 litros. Mas o carro aqui apresentado nasceu em 1979 como um pacato Comodoro de quatro cilindros. Há oito anos, Gil encontrou o cupê meio triste numa garagem e foi amor à primeira vista.

Uma restauração caprichada deu novo encanto à pintura azul Iguaçu, realçada pelo teto de vinil preto. E, de cara, o carro ganhou novo coração. Um 4100, claro...

Insatisfeito com o desempenho do motor 4100 careta, Gil começou a preparação. Com o veneno, veio o gosto pelas provas de arrancada, bastante populares no Paraná. O Opala passou a brilhar nas pistas de Curitiba, Londrina, Guarapuava, Cascavel, Maringá... Só quem não aprovava essa história era a antiga namorada de Gil. Assim, o relacionamento destracionou e morreu.

Foi aí que, em 2005, apareceu a jovem Andressa, professora de inglês que topou sem ciúmes ser o vértice do triângulo amoroso com o Opala.

- Ela deu o maior apoio, acompanhando-me a pistas cada vez mais distantes. Vi que tinha encontrado a pessoa certa, mas não foi só por isso... ela tem outras virtudes - conta Gil.

Fato é que o novo namoro apimentou o tempero do velho Chevrolet. Pistões maiores, taxa de compressão de 14:1, bielas de alumínio, escapamento dimensionado, tripla carburação Weber cada vez mais sedenta. O carro pssou a completar o quarto de milha (402,5m) no excelente tempo de 12,3s e virou lenda entre os opaleiros do Paraná.

Desde o começo do namoro com Andressa, os planos do matrimônio incluíram o cupê. Um mês antes da cerimônia, Gil começou a revisar o carro de arrancada, que seria usado para levar o noivo à igreja e, depois, transportar os recém-casados ao salão de festas.

E tudo correu como previsto pelo cerimonial até que, faltando meio quarteirão para chegar à Paróquia Santíssima Trindade, Gil não se conteve e resolveu liberar os 417cv do Opala, em um arrancadão para marcar o final da solteirice.

As seis bocas urraram em uníssono, seguida do forte estalo de algo se quebrando. Eram as cruzetas do cardã virando cacos e... o eixo caindo no chão!

Os convidados que passavam na hora ajudaram a empurrar, até a porta da igreja, o Opalão em crise de ciúmes. Nos cinco minutos de espera até a chegada de Andressa ao altar, Gil e seus convidados graxeiros traçaram a estratégia para o conserto de urgência.

Um dos padrinhos, o mecânico Anderson "Sujinho" se ofereceu para fazer o reparo na oficina do Tim, a três quadras da paróquia. Era noite de sexta-feira e o estabelecimento seria aberto especialmente para o serviço.

Para rebocar o carro até lá, usariam o BMW 320i que transportara a noiva ao altar.

- Por precaução, eu havia levado um cambão no porta-malas - diz Gil.

Depois do "eu vos declaro marido e mulher", chegou a hora da ação. Em vez de posarem para as tradicionais fotos, Gil, Andressa e os amigos opaleiros tocaram para a oficina.

- O máximo que ia acontecer era sujar a barra do vestido de noiva. E isso é para sujar mesmo - minimiza a esposa.

Mas onde encontrar uma cruzeta de cardã de Opala? A doadora foi uma picape Ford F-1000. Durante a hora em que o cupê ficou no elevador, Andressa posou para fotos dentro da oficina.

O transplante de cruzeta foi o suficiente para que os recém-casados chegassem em grande estilo à festa, a cinco quilômetros de distância.

O motor fazia um barulho terrível. Pior quando, nos metros finais, uma fumaceira começou a brotar do capô. A recepção foi sob aplausos.

- Foi um susto, mas deu tudo certo. Uma coisa de cinema. Hoje, todos convidados falam que foi o melhor casamento em que já foram. Show de bola! - lembra Andressa.

Após a lua de mel, Gil descobriu que o virabrequim estava quebrado. Já o casamento está no oitavo mês e vai muito bem, obrigado.

- É muito tranquilo. Desde o início, sempre soube que era disso que ele gostava. Dou a maior força - diz a professora de inglês, que hoje ajuda o marido a traduzir os pedidos de peças às lojas dos EUA.

Gil já está montando para as pistas um novo Opala, 1973, vinho com teto de vinil:

- Quero ver se Andressa arranca com esse carro.

Ela ainda não sabe se topa:

- Dá um certo receio. Não sei se conseguiria...

Bobagem Andressa. É só cravar o pé no acelerador para a relação não cair na rotina


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/triangulo-amoroso-ele-ela-o-opala-sairam-da-igreja-para-oficina-3034795#ixzz1wdLocoYa
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Tiberio Motta
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Re: estofamento casamento do opaleiro

Mensagem por Tiberio Motta em Ter 6 Dez - 20:55:42

cara..o opala de luxo 78 vinha com as tiras de couro nos bancos..dianteiros e traseiros...
acho q no padrao original fica mais legal...
pelo menos o nosso opala de luxo veio assim...

tHiago Soares
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Re: estofamento casamento do opaleiro

Mensagem por tHiago Soares em Ter 6 Dez - 21:47:13

Faz com as tiras de couro, fica lindo!

maca
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Re: estofamento casamento do opaleiro

Mensagem por maca em Ter 6 Dez - 22:13:56

Paulo_Fernando escreveu:Eu faria com as tiras de couro porque acho muito charmoso e da um toque de requinte, embora não seja o padrão original do luxo.
Ps. moro perto e vou passar pela frente do polaco só p ver seu carro lá hehehe.
Bom casório.
isso aí Paulo se eu estiver lá,a gente ainda toma uma cervejinha e conta umas mentira...abraço

maca
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Re: estofamento casamento do opaleiro

Mensagem por maca em Ter 6 Dez - 22:16:00

r.b.77 escreveu:PARABENS pelo casamento, abaixo estou enviando um relato que tirei do site da Globo.com, caso parecido com o seu, ehhehe. Abraço e felicidades





Triângulo amoroso: ele, ela e o Opala saíram da igreja para a oficina
Jason Vogel

Publicado:
24/03/10 - 0h00
Atualizado:
24/03/10 - 0h00



Envios por mail: 0 RIO - Amar é... acompanhá-lo à oficina na noite de núpcias. É o resumo de uma história real (e documentada no álbum de casamento) que mostra a que ponto pode chegar a paixão pelo automóvel. Aconteceu em Arapongas, cidade de 104 mil habitantes no Norte do Paraná. A economia do município é baseada na fabricação de móveis, que, aliás, é a atividade do protagonista desta reportagem, Gilmar Trovo.Veja fotos do triângulo amoroso formado pelo casal e o Opala.

Nas rodas de graxeiros, o apelido "Gil 4100", já denuncia seu amor pelos Opala com motor de seis cilindros e 4,1 litros. Mas o carro aqui apresentado nasceu em 1979 como um pacato Comodoro de quatro cilindros. Há oito anos, Gil encontrou o cupê meio triste numa garagem e foi amor à primeira vista.

Uma restauração caprichada deu novo encanto à pintura azul Iguaçu, realçada pelo teto de vinil preto. E, de cara, o carro ganhou novo coração. Um 4100, claro...

Insatisfeito com o desempenho do motor 4100 careta, Gil começou a preparação. Com o veneno, veio o gosto pelas provas de arrancada, bastante populares no Paraná. O Opala passou a brilhar nas pistas de Curitiba, Londrina, Guarapuava, Cascavel, Maringá... Só quem não aprovava essa história era a antiga namorada de Gil. Assim, o relacionamento destracionou e morreu.

Foi aí que, em 2005, apareceu a jovem Andressa, professora de inglês que topou sem ciúmes ser o vértice do triângulo amoroso com o Opala.

- Ela deu o maior apoio, acompanhando-me a pistas cada vez mais distantes. Vi que tinha encontrado a pessoa certa, mas não foi só por isso... ela tem outras virtudes - conta Gil.

Fato é que o novo namoro apimentou o tempero do velho Chevrolet. Pistões maiores, taxa de compressão de 14:1, bielas de alumínio, escapamento dimensionado, tripla carburação Weber cada vez mais sedenta. O carro pssou a completar o quarto de milha (402,5m) no excelente tempo de 12,3s e virou lenda entre os opaleiros do Paraná.

Desde o começo do namoro com Andressa, os planos do matrimônio incluíram o cupê. Um mês antes da cerimônia, Gil começou a revisar o carro de arrancada, que seria usado para levar o noivo à igreja e, depois, transportar os recém-casados ao salão de festas.

E tudo correu como previsto pelo cerimonial até que, faltando meio quarteirão para chegar à Paróquia Santíssima Trindade, Gil não se conteve e resolveu liberar os 417cv do Opala, em um arrancadão para marcar o final da solteirice.

As seis bocas urraram em uníssono, seguida do forte estalo de algo se quebrando. Eram as cruzetas do cardã virando cacos e... o eixo caindo no chão!

Os convidados que passavam na hora ajudaram a empurrar, até a porta da igreja, o Opalão em crise de ciúmes. Nos cinco minutos de espera até a chegada de Andressa ao altar, Gil e seus convidados graxeiros traçaram a estratégia para o conserto de urgência.

Um dos padrinhos, o mecânico Anderson "Sujinho" se ofereceu para fazer o reparo na oficina do Tim, a três quadras da paróquia. Era noite de sexta-feira e o estabelecimento seria aberto especialmente para o serviço.

Para rebocar o carro até lá, usariam o BMW 320i que transportara a noiva ao altar.

- Por precaução, eu havia levado um cambão no porta-malas - diz Gil.

Depois do "eu vos declaro marido e mulher", chegou a hora da ação. Em vez de posarem para as tradicionais fotos, Gil, Andressa e os amigos opaleiros tocaram para a oficina.

- O máximo que ia acontecer era sujar a barra do vestido de noiva. E isso é para sujar mesmo - minimiza a esposa.

Mas onde encontrar uma cruzeta de cardã de Opala? A doadora foi uma picape Ford F-1000. Durante a hora em que o cupê ficou no elevador, Andressa posou para fotos dentro da oficina.

O transplante de cruzeta foi o suficiente para que os recém-casados chegassem em grande estilo à festa, a cinco quilômetros de distância.

O motor fazia um barulho terrível. Pior quando, nos metros finais, uma fumaceira começou a brotar do capô. A recepção foi sob aplausos.

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Após a lua de mel, Gil descobriu que o virabrequim estava quebrado. Já o casamento está no oitavo mês e vai muito bem, obrigado.

- É muito tranquilo. Desde o início, sempre soube que era disso que ele gostava. Dou a maior força - diz a professora de inglês, que hoje ajuda o marido a traduzir os pedidos de peças às lojas dos EUA.

Gil já está montando para as pistas um novo Opala, 1973, vinho com teto de vinil:

- Quero ver se Andressa arranca com esse carro.

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Valeu !! q deus abençoe o casorio e as cruzentas !!! amém

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Re: estofamento casamento do opaleiro

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